CAMPANHAS

Segurança cibernética para campanhas políticas e mandatos

Segurança para campanhas políticas é a proteção de candidatos, equipes e mandatos contra ataques digitais no período de maior exposição: invasão de contas, vazamento de conversas, perfis falsos e uso indevido de imagem. A Saylar atua nessa frente há 4 anos, com blindagem preventiva, plantão de resposta e prova digital para o advogado eleitoral.

Uma campanha é um alvo com prazo. Concentra dados sensíveis, equipe temporária e exposição pública máxima em poucos meses — e um incidente que uma empresa absorveria em semanas pode decidir uma eleição em horas.

Escopo

O que está incluído

Entregas

  • Diagnóstico de exposição do candidato, da equipe e dos familiares
  • Blindagem de contas de redes sociais, e-mail e mensageria
  • Autenticação em múltiplos fatores e gestão de acessos da equipe
  • Proteção de dispositivos e de grupos de coordenação
  • Monitoramento de credenciais expostas e de menções de risco
  • Rotina de resposta a invasão de perfil e recuperação de contas
  • Preservação de prova de perfis falsos e uso indevido de imagem
  • Investigação técnica de autoria com logs, IP e CGNAT
  • Segurança de dados de apoiadores e base de contatos sob a LGPD
  • Plantão de resposta a incidentes no período eleitoral
  • Treinamento da equipe contra phishing e engenharia social
  • Relatório técnico para uso do advogado eleitoral

Para quem é

  • Candidatas e candidatos em campanha majoritária ou proporcional
  • Pré-candidatos em período de exposição crescente
  • Mandatos parlamentares e gabinetes
  • Coordenações de campanha e equipes de comunicação
  • Partidos, federações e diretórios
  • Advogados eleitorais que precisam de apoio técnico em prova digital

Ameaças atendidas

  • Invasão de perfil
  • Sequestro de conta
  • Phishing dirigido
  • Vazamento de conversas
  • Perfil falso
  • Uso indevido de imagem
  • Deepfake
  • Credenciais expostas
  • Exposição de dados de apoiadores
  • Comprometimento de dispositivo

Atuação técnica em segurança da informação, com 4 anos em segurança de campanhas e mandatos. Os cases são apresentados de forma anonimizada por dever de confidencialidade. Petições e representações ao Judiciário Eleitoral são atividades privativas da advocacia (Lei nº 8.906/1994) e são conduzidas por advogado eleitoral habilitado, com apoio técnico da Saylar.

Atuação

Cases anonimizados

Descritos por perfil, sem identificação do cliente. Cada bloco traz a ameaça enfrentada e a atuação técnica conduzida.

  • Campanha majoritária estadual

    Ameaça

    Tentativas coordenadas de invasão das contas de redes sociais da equipe de comunicação durante o período de propaganda.

    Atuação

    Blindagem das contas com autenticação em múltiplos fatores e chaves de recuperação sob custódia, separação de acessos por função, monitoramento de sessões ativas e rotina de resposta acionável fora do horário comercial.

  • Mandato parlamentar federal

    Ameaça

    Credenciais de assessores encontradas em vazamentos públicos, com risco de acesso à base de contatos e ao e-mail institucional.

    Atuação

    Troca coordenada de credenciais, revisão de acessos herdados de equipes anteriores, análise de logs para verificar uso indevido e adequação do tratamento da base de contatos à LGPD.

  • Pré-campanha municipal

    Ameaça

    Perfis falsos usando nome e imagem do pré-candidato para publicar conteúdo atribuído a ele.

    Atuação

    Preservação forense das publicações com hash e cadeia de custódia, levantamento técnico de indícios de autoria a partir de registros disponíveis e relatório instruindo a atuação do advogado eleitoral.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Por que uma campanha é mais visada que uma empresa do mesmo tamanho?

Porque concentra três fatores ao mesmo tempo: um calendário curto e irreversível, em que um dia de indisponibilidade não se recupera; uma equipe montada às pressas, com muitas pessoas acessando as mesmas contas; e exposição pública máxima, que transforma qualquer incidente em pauta. O atacante não precisa causar dano duradouro — basta acertar a data.

O que fazer quando a conta de um candidato é invadida?

Agir em duas frentes ao mesmo tempo. Recuperar o acesso pelos canais oficiais da plataforma, encerrar as sessões ativas e trocar credenciais e métodos de recuperação; e, antes de apagar qualquer coisa, preservar o que foi publicado, com data, hora e registro de origem. Apagar primeiro resolve a aparência e destrói a prova de autoria.

É possível descobrir quem está por trás de um perfil falso?

Às vezes, e depende de registro. O que sustenta a atribuição de autoria são os registros de acesso da aplicação, obtidos por via judicial, cruzados com data, hora, fuso, porta lógica e CGNAT. A Lei nº 12.965/2014 obriga provedores de aplicação a guardar registros de acesso por seis meses — por isso a preservação e o pedido no prazo importam mais que a análise em si.

A campanha precisa se preocupar com a LGPD?

Sim. Cadastro de apoiadores, listas de contato e dados coletados em eventos são dados pessoais, e opinião política é dado sensível na LGPD. Isso exige base legal para o tratamento, controle de quem acessa e cuidado no compartilhamento com terceiros. A Saylar executa a frente técnica e operacional; o enquadramento jurídico é do advogado.

Quando é o momento de começar?

Antes da pré-campanha, porque as medidas que mais reduzem risco são preventivas e levam tempo para a equipe absorver: múltiplos fatores em todas as contas, separação de acessos, custódia de chaves de recuperação e treino contra phishing. Depois do incidente ainda há muito a fazer, mas a janela passa a ser de horas.

Vocês trabalham com o advogado eleitoral da campanha?

Sim, e é o formato usual. A Saylar produz a camada técnica — preservação com cadeia de custódia, análise de registros, relatório e parecer — que instrui a representação ao Judiciário Eleitoral ou a notificação à plataforma. A petição e a atuação processual são privativas da advocacia e ficam com o advogado habilitado.

O atendimento serve para mandato fora do período eleitoral?

Sim. Gabinetes e mandatos mantêm exposição pública contínua, rotatividade de assessores e acesso compartilhado a contas institucionais — condições que produzem incidentes independentemente do calendário eleitoral. Fora da campanha o trabalho é mais de governança de acessos e higiene contínua do que de plantão.